Bye UOL!

Enjoei do Blog do UOL, entao fiz um no blospot. É mais organizado e limpo. Gostei tantão.
O endereco é: http://leowlemos.blogspot.com/
Escrito por Leow Lyra às 16h19
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Poema-Pilula
Amanhece o dia e nada é como ontem. Passa o tic, Passa o tac, e eu compro um tic tac sabor menta.
Hahaha!
Escrito por Leow Lyra às 23h27
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Acordando Sonhado
Uma, duas, três...
Frontes de prazer,
Pontes de pavê
Fontes para ver
Frases pra cantar
Rios pra criar
Frios pra crintar.
Nuvens de Algodão
Homens que não caem por chão
Nomes de algodão no chão.
Uma, duas, três...
Acorda para o sono outra vez.
Escrito por Leow Lyra às 21h52
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Até o silêncio seria apropriado.
Além
Vivemos na procura de um íntimo
Na procura de uma verdade,
O que nos faz procurar
Por nós mesmos.
Buscando respostas
Para as dúvidas
Das nossas incertezas.
E por tanto busca
Nessa imensidão azul
Acabamos nos perdendo por ao
Então, entre trancos e barrancos;
Vamos nos apoiando
E sustentando
Em quem mais amamos.
Passo então a pensar no amor
Como algo maior.
Quem vai além...
Além de tudo e todos.
Onde, nem sangue,
Nem carne
Fazem mais sentido
E a palavra “irmão”
Ganha novos significados
Logo começo a sentir
Que em minha vida
Buscarei sempre
Amores de amadas
Mas foi em nossa amizade
Onde achei Todas as minhas respostas.
O melhoooooooooooooooooor!!! UHUL!
Escrito por Leow Lyra às 13h42
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...ecoando notas...
Escrito por Leow Lyra às 20h49
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...e ela acordava.
Mas estava rodeada de flores. As palavras eram músicas, dançantes, contornando notas, acordando os agudos e graves, aves, feitas de som. Ela não entendia o que aconteceu, as nuvens tomavam diversas formas, ora conhecidas, ora despercebidas. O cheiro era familiar, trazia odores bem cheirosos, indo e vindo no ar.
e ela acordava...
Virava-se e via calor, roendo rouco, roncando, rom rom rom! Tentou correr e nada acontecia, ela nadava em murmúrios. Haviam cores por todas as partes, vermelho, laranja, e calor, uma loucura incompreensível. Como foi parar lá? De qualquer forma, ela se acostumava com um mundo incomum.
e ela acordava...
Vestida com roupas esquisitas, incolores. Olhou em volta e as coisas não tinham sombras. Ela tentou gritar. Tentou tudo, testou tramar tramas. Nada funcionava. Sem coloridos, sem emoções, sem vida. Não podia continuar em um amontoado de preto e branco, precisava enxergar o escuro.
e ela acordava...
Cansada de não saber se era novamente um sonho, ela se deixava levar pelos pretos e brancos, pelo calor, pelo sentir, pela música e pela dança.
e ela acordava...
Escrito por Leow Lyra às 17h46
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O que faz o querer viver? Ter uma boa família? Um emprego que te faça feliz?
Conversando com a razão, todas essas idéias que te foram impostas quem sabe quantos mil anos atrás, são todos falsos ideais. É tudo uma máscara, feita pra cobrir o que realmente somos.
Alguns vários enlouqueceriam ao saber de que somos realmente feitos. Para não acontecer a guerra mundial psicológica, entre eles e ti, alguns sábios, outros nem tão sábios assim, formaram tribos, ideologias mescladas que te davam motivos do porquê estar vivo.
Outros falam que fomos feitos para o que não se pode ver. Mas não seria isso apenas uma outra falsa ilusão? Não seria esse tão falado “amor” um ilusão criada por impulsos eletromagnéticos?
É deprimente e extremamente melancólico a verdade. Fomos feitos pra... é... hum...
E fingimos todos.
...nem sempre a ignorância traz a infelicidade.
Escrito por Leow Lyra às 19h01
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Tanto sobre o que escrever e ao mesmo tempo nada vem à tona. No embaralhamento de idéias, palavras e ações, a confusão de uma forma supreendente torna-se clara. Mas nesse mundo de questionamentos é fácil entender o que deverá ser clareado e o que deveria permanecer na escuridão imperceptível e alucinógena, dados por aquilo que não temos o medo de nomear.
Na plenitude de sentimentos míticos desenvolvidos por aqueles vinham antes do primeiro nascer, quente e vívido, derrama-se sob a mais forte e fina camada de ilusões, ele. E era tomado pelo o que a natureza tomava como desenvolvimento, ventos passavam e nada mudava. Era movido não por lamentos ou incertezas, mas pelo o que não podia enxergar. Andava como um cego no escuro. Os sons que ouvia vinham de distancias universais, e ele sem ter provado das flores, andava com espinhos.
Como um cego.
Mas lá estavam elas. Era preciso mais do que passos para chegar ao Éden. Isso o conduzia por frentes insolúveis, mas lá estavam elas.
Escrito por Leow Lyra às 23h29
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Hoje não escrevia sobre guerras, nem lugares escuros. Não escrevia sobre inverdades. Hoje, não queria a solidão.
Viver e não ter a vergonha de ser feliz. Rir e cantar. Desejava algo que sempre possuíra. E dava vivas às complexidades!
O céu era claro e as nuvens tinham as formas mais estranhas. Saía sem a preocupação com qualquer das esquisitices daquilo que ele nem nomeava! Hoje não havia gravidade e não precisava mais das asas!
A festa continuava.
Escrito por Leow Lyra às 19h43
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Um lugar que ninguém paga pra agente ficar assim. A bendita terra do samba e do pandeiro. Brasil, Brasil! Festas intermináveis e alegria pra dar e vender, ou melhor, só vender.
Aqui, os bosques tem mais amores, e nossa vida mais bosques. Não é assim? É o país do futebol, mérito todo conquistado por representantes políticos, onde mais as crianças jogariam se não houvesse lama na rua? Patriotismo é uma arma feita no coração só quem nasce aqui, isn’t baby? O dinheiro é bem distribuído, cada banqueiro fica com um pouco, ou muito, tanto faz.
E cá estamos nós. É chegada a hora de escolher o que virá a seguir. Deixem que venham as rosas, deixem que venham a paz. O Brasil ainda quer mostrar a cara.
Escrito por Leow Lyra às 20h39
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Hoje eu só tenho uma coisa pra falar véi.. do fundo da alma:
Caralho meu irmão, vai tomar no cu!
Escrito por Leow Lyra às 22h49
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Dificuldade de escrever e falar. Os pensamentos se organizam de uma forma esplendorosa e se vão. Vão?
Eu gostaria de por nos livros tudo o que sinto, seria o best-seller de uma venda.
As páginas tratar-se-iam de alguém que não encontrava o bendito “felizes para sempre”. Haveria comédia sim, comédia. Risos e mais risos. Aplausos incessáveis, cantos e danças. Haveria romance, sim romance. Beijos e mais beijos, abraços e grandes histórias.
Haveria tristeza.
Ah... a tristeza. Decepções, discussões sem sentidos, incompreensão e desgaste. Este seria o ápice da história ainda sem final? Ou apenas mais um capítulo, terminado com um ponto de interrogação?
Mas ainda havia comédia.
Escrito por Leow Lyra às 19h16
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Começavam mais uma vez o dia. Ele não queria mais sair de sua paz, mais, era preciso, a guerra acabara de começar.
Não há trégua em campos de batalha. Seu exército de um homem só, ficava de pé contra tudo e todos. Nada o abatia. E à noite, após ouvir toda a artilharia, bombas e tanques ele pegava suas coisas e fugia. Para voltar como hoje, e amanhã e depois.
Voltaria sim. Mais de um jeito diferente.
Escrito por Leow Lyra às 20h35
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Sempre, Sempre... Repetições sem sentido. Sempre, Sempre... Repetições sem sentido. Sempre, Sempre... Repetições sem sentido. Sempre, Sempre... Repetições sem sentido.
E pra sempre...
Escrito por Leow Lyra às 20h44
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Apenas uma página em branco.
Dava ouvidos mais não ouvia, falava, mais nada queria dizer. Tocava, sentia, notava, mas isso era apenas um modo de dizer adeus. Uma despedida que acontecia aos poucos. Ele precisava de um modo para ficar. Mais nada lhe vinha. O tempo seria a resposta?
Sentia-se vazio, num absoluto vácuo que o tomava e o fazia crer cada vez mais que encenava em uma peça. Os personagens iam se mostrando durante a trama que nunca havia de acabar. Não, não era uma comédia. E nesse incrível e imponente teatro as pessoas que apenas assistiam e aplaudiam pausadamente eram uns estúpidos; corrompidos pelos diretores. Ele não mais queria fingir. Mas nunca achara um meio de se deslocar daquele ninho de lobos e viver!
Não, não era uma comédia.
E o vazio apenas vinha e ia, aguardando o final da cena para voltar outra vez.
Escrito por Leow Lyra às 02h16
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